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Hackathon Instituto Afya mobiliza acadêmicos na criação de soluções para desafios reais da saúde

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A Afya Centro Universitário de Pato Branco realizou, nos dias 21 e 22 de agosto, o Hackathon Instituto Afya 2026, uma imersão voltada ao desenvolvimento de soluções para desafios reais enfrentados por instituições e serviços de saúde da região. Ao todo, 75 acadêmicos se conectaram à iniciativa, que reuniu formação acadêmica, inovação, empreendedorismo e demandas da comunidade.

Os desafios desta edição foram apresentados por seis parceiros: Consórcio Intermunicipal de Saúde (CONIMS), Hospital San Michele, Hospital Thereza Mussi, Clínica Sancler, 7ª Regional de Saúde e Secretaria Municipal de Saúde de Pato Branco. A partir das problemáticas apresentadas, os estudantes trabalharam na construção de propostas capazes de responder a necessidades concretas dessas instituições.

Participaram acadêmicos dos cursos de Enfermagem, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Medicina, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Odontologia, Biomedicina, Psicologia e Direito. A diversidade de áreas favoreceu uma experiência interdisciplinar, na qual diferentes conhecimentos foram articulados durante as etapas de ideação, desenvolvimento e prototipação.

Para a pró-reitora de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão, Inovação e Internacionalização, Marielle Sandalovski Santos, a participação de estudantes de diferentes cursos demonstra a cultura da inovação presente na formação acadêmica da Afya Pato Branco. “Nossa alegria é imensa quando vemos que estudantes de diferentes áreas querem viver o desafio de pensar soluções com potencial de escalabilidade e negócios de futuro. O Hackathon materializa a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, ao conectar o conhecimento construído em sala de aula à investigação de problemas reais e às demandas da comunidade. É uma experiência que amplia a formação dos nossos estudantes e mostra como a universidade pode transformar conhecimento em soluções para a sociedade”, destaca.
Da problemática à validação

Ao longo da imersão, as equipes precisaram compreender os desafios apresentados pelos parceiros e transformá-los em propostas aplicáveis. Nesta edição, uma das etapas foi a validação dos protótipos com potenciais usuários antes da apresentação final, permitindo que os grupos avaliassem a aderência das soluções às necessidades dos públicos para os quais foram desenvolvidas.

Segundo a coordenadora do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Afya Pato Branco, Michelle Faita Rodrigues, o processo também evidenciou a evolução dos participantes ao longo do Hackathon. “Nossos alunos se desafiaram a desenvolver inúmeras soluções para as problemáticas dos nossos parceiros. Eles evoluíram muito, entenderam os desafios e entregaram propostas de soluções que podem até chegar ao mercado”, afirma.

Ao final da programação, 11 ideias chegaram à etapa de apresentação dos pitches, conforme destacou a coordenadora de Inovação na Afya, Rayza Resende. “O Instituto Afya tem um papel muito importante em aproximar a formação acadêmica das necessidades reais da sociedade. No Hackathon, essa conexão acontece na prática: trazemos desafios vivenciados pelos serviços de saúde e estimulamos os estudantes a desenvolver soluções inovadoras e que podem gerar impacto para a comunidade. É uma experiência que fortalece o protagonismo dos nossos alunos e mostra como a inovação pode contribuir para transformar a saúde”.

As propostas foram avaliadas por uma banca que contou com Cesar Colini, gerente Regional Sul do Sebrae-PR; Leila Voss, diretora de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento; e Marielle Sandalovski Santos, pró-reitora de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão, Inovação e Internacionalização da Afya Pato Branco. A secretária municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pato Branco, Rosiclei Caldato Dalagnol, também acompanhou os pitches e a premiação.

Projetos vencedores

O 1º lugar ficou com a equipe Argustrack, formada pelos acadêmicos de Medicina, Mateus Lira Bampi, João Augusto Fabrin e Raquel Cassol Fronza. O grupo trabalhou a partir de um desafio apresentado pelo Hospital Thereza Mussi.

A equipe Medisync conquistou o 2º lugar, com uma solução para o desafio da Clínica Sancler. Participaram do projeto as acadêmicas de Enfermagem, Lilian Zuconelli Lucion e Larissa da Silva, e o acadêmico de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Denis de Oliveira Schmidt.

Já o 3º lugar foi conquistado pela equipe Rak, também a partir de uma demanda do Hospital Thereza Mussi. O grupo foi formado pelos acadêmicos de Enfermagem, Rayane Merline, Amanda Ricardi Kosmann e Kevyn Primon Borges.

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Matéria: Agência Experimental de Comunicação da Afya Pato Branco
Supervisão: Profa. Jozieli Cardenal Suttili / Jornalista MTB 9268 – PR
Contato: [email protected]

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